Acho que cada um é uma parte do todo. E o todo é parte de cada um.
Não acredito que as pessoas nascem com a personalidade definida. Talvez alguns traços da personalidade possam ser definidos, até mesmo pela astrologia. Mas acredito que o que realmente define a personalidade de alguém são suas vivências, suas convivências.
Sou o que vejo, sou o que sinto, sou o meus amigos, minha família, a cidade onde moro. Sou minha faculdade, as séries que assisto, as músicas que escuto, os livros que leio.
Sou minha vida.
Sou uma mistura das pessoas mais importantes pra mim. Os atos delas refletem diretamente em mim e no que eu sou. No que eu posso ser.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Just by my self
É tão difícil acreditar nas pessoas quando elas dizem que sempre estarão comigo, não importa o que aconteça e blá blá blá. Pra mim, todas mentem. Não é verdade. Na maioria das vezes que eu preciso, as pessoas que achava que estariam comigo, não estão. Estão ocupadas fazendo o que quer que seja a ponto de esquecerem até mesmo de perguntar se eu tô bem. Eu até entendo, quem quer fazer companhia a uma pessoa triste, que só chora? Ninguém quer. Sempre vai haver companhias melhores, pessoas melhores pra conversar e eu não culpo ninguém por isso, exceto a mim.
Mas não consigo deixar de ficar chateada e decepcionada, principalmente ao lembrar de tudo que eu faço pelas pessoas com quem eu me importo. Eu não paro a minha vida por elas esperando que façam o mesmo por mim. Não.. nunca fiz pensando nisso. Eu faço tudo pelos outros porque faz parte de mim, faz parte de quem eu sou e porque eu me sinto na obrigação de ajudar as pessoas importantes pra mim. Dizem que todos sentem essa obrigação de ajudar as pessoas importantes. Isso me deixa muito triste, porque me faz pensar que eu não sou importante pra ninguém.
Embora eu não espere que as pessoas tenham o mesmo comportamento que eu, dói não ter nenhum tipo de reconhecimento, de agradecimento e principalmente de consideração. Consideração é que falta nesse mundo. Dói muito saber que as pessoas sempre lembram de mim quando precisa de ajuda, e eu ajudo, de coração aberto e sempre farei isso. Mas ninguém lembra de mim quando eu preciso. Ninguém parece demonstrar preocupação, mesmo sabendo que eu não tô bem. Porque com com certeza, tem algo melhor pra fazer.
Eu não quero ninguém pra me dizer que tudo vai melhorar, que um dia isso vai passar. Eu queria ter alguém, nem que fosse uma única pessoa, pra estar do meu lado, de verdade, que se preocupasse comigo e permanecesse comigo enquanto nada melhora, enquanto isso não passa. Não quero ter ninguém que apenas diga que eu sempre posso contar com ela. Palavras são muito vazias, a atitude é o que importa.
Hoje eu estou mal, as pessoas que eu esperava poder contar sabem. Mas aqui estou, apenas eu por mim mesma. Sozinha. É engraçado que o mundo tem quase 7 bilhões de pessoas, e agora, não tem uma única pessoa com quem eu possa contar.
Back.
No mínimo uma vez por semana, ou mais, eu tenho vindo aqui e escrever, e desabafar. Todas as postagens estão como rascunhos, porque eu não tinha coragem de liberá-las. Não acho que e o fato de eu estar morrendo por dentro tenha que ser exposto ao mundo, e acima de tudo, demonstrar minha fraqueza vai contra tudo que eu tenho tentado ser, vai contra a armadura que eu vesti, e significa expor a verdade ao mundo: eu não sou forte e eu não sou de pedra.
Embora tudo que eu mais odeie seja justamente isso, expor minha fraqueza, chega uma hora que já não dá pra aguentar. Eu achei que já tivesse chegado ao fundo do poço, mas esse poço não tem fundo, e ao que parece, também não tem escada ou qualquer outro meio por onde eu possa subir.
Em meio a tudo, eu me sinto sufocada com tantos sentimentos presos em mim e sem ter como desabafar nem a quem pedir ajudar, vou liberar as postagens já feitas, assim como escreverei novas. Não que eu ache que alguém vá ler, até porque, quase ninguém sabe da existência desse blog. Mas é aqui, que eu posso tentar ser sincera comigo mesma.
Talvez aqui, eu encontre ajuda, ou, provavelmente não.
Embora tudo que eu mais odeie seja justamente isso, expor minha fraqueza, chega uma hora que já não dá pra aguentar. Eu achei que já tivesse chegado ao fundo do poço, mas esse poço não tem fundo, e ao que parece, também não tem escada ou qualquer outro meio por onde eu possa subir.
Em meio a tudo, eu me sinto sufocada com tantos sentimentos presos em mim e sem ter como desabafar nem a quem pedir ajudar, vou liberar as postagens já feitas, assim como escreverei novas. Não que eu ache que alguém vá ler, até porque, quase ninguém sabe da existência desse blog. Mas é aqui, que eu posso tentar ser sincera comigo mesma.
Talvez aqui, eu encontre ajuda, ou, provavelmente não.
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