No mínimo uma vez por semana, ou mais, eu tenho vindo aqui e escrever, e desabafar. Todas as postagens estão como rascunhos, porque eu não tinha coragem de liberá-las. Não acho que e o fato de eu estar morrendo por dentro tenha que ser exposto ao mundo, e acima de tudo, demonstrar minha fraqueza vai contra tudo que eu tenho tentado ser, vai contra a armadura que eu vesti, e significa expor a verdade ao mundo: eu não sou forte e eu não sou de pedra.
Embora tudo que eu mais odeie seja justamente isso, expor minha fraqueza, chega uma hora que já não dá pra aguentar. Eu achei que já tivesse chegado ao fundo do poço, mas esse poço não tem fundo, e ao que parece, também não tem escada ou qualquer outro meio por onde eu possa subir.
Em meio a tudo, eu me sinto sufocada com tantos sentimentos presos em mim e sem ter como desabafar nem a quem pedir ajudar, vou liberar as postagens já feitas, assim como escreverei novas. Não que eu ache que alguém vá ler, até porque, quase ninguém sabe da existência desse blog. Mas é aqui, que eu posso tentar ser sincera comigo mesma.
Talvez aqui, eu encontre ajuda, ou, provavelmente não.
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